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14/03/2019 às 14:10 - 0 ano(s), 2 mês(s), 7 dia(s), 22 hora(s), 39 minuto(s) e 39 segundo(s)
Edelvania amiga de Graciele presta depoimento no 4º. dia de julgamento do caso Bernardo Boldrini.
Edelvania amiga de Graciele presta depoimento no 4º. dia de julgamento do caso Bernardo Boldrini.

Edelvânia Wirganovicz é a segunda testemunha a depor no quarto dia do julgamento do ‘Caso Bernardo’. Ela é amiga de Graciele Ugulini, madrasta de Bernardo, e acusada de ter ajudado na ocultação do corpo do menino em Frederico Westphalen. O crime aconteceu em abril de 2014.

Graciele prestou depoimento por volta das 09h20 da manhã desta quinta-feira (14), ela respondeu as perguntas do advogado de defesa Pompeo de Mattos, da juíza Sucilene Engler Werle e do advogado de Edelvânia Jean Severo. Ela se recusou a responder os promotores do Ministério Público.

Acompanhe os principais momentos do depoimento:

  • Começa o depoimento de Edelvânia Wirganovicz.
  • Edelvânia chora e diz não saber o que acontecia com o menino Bernardo. Ela afirma que não conhecia o menino.
  • Ela afirma que Graciele já tinha dito para ela que não gostava da criança.
  • A ré afirma que Graciele teria ido a Frederico Westphalen encontrar o amante, e não comprar a soda caustica como havia sido apurado.
  • Edelvânia afirma que comprou o remédio encontrado com o menino a pedido de Graciele.
  • Ela afirma que comprou uma pá e levou até o apartamento. Diferente do depoimento de Graciele que disse que a cova foi feita com um “macaco”.
  • Edelvânia disse que Graciele deu muitos remédios para Bernardo se acalmar, a madrasta estava nervosa pois estava atrasada para o encontro com o amante.
  • Ela diz que tentou prestar socorro para o menino, mas Graciele não permitiu.
  • “Tu vai ter me ajudar a dar um sumiço no corpo deste menino”, diz Edelvânia sobre o que Graciele disse para ela após constatar a morte de Bernardo.
  • Edelvânia diz que foi ela que cavou a cova, com um “macaco”, utilizado para trocar pneu do carro dela. Ela disse pois trabalhou na lavoura até ter 17 anos. Defende que o irmão não tem nenhuma relação com o crime.
  • Depois do crime, Edelvânia procurou Graciele para dizer que iria “entregar tudo” e contar à Polícia onde estava o corpo de Bernardo. A madrasta a ofereceu dinheiro, mas Edelvânia não aceitou. Foi aí que ela decidiu mostrar para os investigadores onde estava o corpo do menino.
  • Ela afirma que, quando chegou na delegacia, foi orientada e coagida pelas delegadas a falar coisas que não eram verdade a respeito do crime. “A delegada queria [prender] o Leandro”, atestou Edelvânia.
  • Edelvânia desmaia e cai da cadeira pouco antes de iniciarem as perguntas do Ministério Público. Juíza suspende sessão para que ela receba atendimento médico.
  • Júri está suspenso. Ministério Público aguarda informações sobre a saúde da ré e a decisão da juíza sobre o prosseguimento da sessão.
  • Juíza suspende a sessão que Retornará às 14h.

 

 

 

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