Governo do RS entrega 11 mil cestas básicas para pessoas em situação de vulnerabilidade social

Governo do RS entrega 11 mil cestas básicas para pessoas em situação de vulnerabilidade social

Atingidos pela crise da pandemia do coronavírus, grupos e famílias de LGBTs, quilombolas, indígenas e povos de terreiro vão receber 240 toneladas de alimento ao todo. Doações estão sendo entregues em 145 cidades do RS Divulgação/Governo do RS O governo do Rio Grande do Sul, em ação coordenada pela Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, está entregando mais de 11 mil cestas básicas para pessoas em situação de vulnerabilidade social em razão da pandemia de Covid-19 de 145 municípios do estado. Ao todo, 240 toneladas de alimento serão distribuídas para grupos de LGBTs, quilombolas, povos de terreiro e indígenas. Entre esta terça-feira (19) e quarta-feira (20) 3,5 mil cestas serão transportadas para a região de Passo Fundo. Até o final da semana, mais 1,5 mil unidades chegarão a populações vulneráveis de outras localidades, como a Zona Sul e a região da Campanha. Cerca de 6,5 mil cestas serão destinadas à indígenas, 3,5 mil para quilombolas, 633 para povos de terreiro e 993 para LGBTs - famílias e grupos em situação de vulnerabilidade. Doações Divulgação/Governo do RS De acordo com o secretário Catarina Paladini, da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, as escolhas para as doações vieram em razão da realidade de cada grupo no momento. “A gente procurou levar em consideração também a realidade que envolve cada grupo, dentro dos LGBTs, são os profissionais do sexo, que têm uma prática que oferece risco. Os povos de terreiro, pela diminuição de renda, uma vez que não podem produzir, organizar as práticas religiosas que são o seu culto e o seu sustento", afirma. As cestas começaram a ser distribuídas na última terça-feira (12). O transporte é feito pelo Exército, pela Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde e pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater). “A gente vai chegar em Aceguá, por exemplo, em regiões mais vulneráveis, mais pobres, que os poderes municipais são mais pobres que não vão conseguir ajudar. Foi com esse critério que a gente procurou estabelecer cruzando dados e chegando em quem realmente precisa.” Entenda algumas das expressões mais usadas na pandemia do covid-19 Coronavírus: infográfico mostra principais sintomas da doença Foto: Infografia/G1 Initial plugin text