Foragido de presídio de Passo Fundo é morto em confronto com a polícia durante operação no Norte do RS

Grupo foi localizado no interior de Carazinho. Em confronto, um dos integrantes morreu. Ele era foragido da fuga em massa de Passo Fundo

Foragido de presídio de Passo Fundo é morto em confronto com a polícia durante operação no Norte do RS

Mateus Mariano Soares foi um dos líderes da fuga, em que 17 presos escaparam após uma caminhonete derrubar os portões do presídio. Ele era alvo de operação contra roubos na região Norte do RS. Dois suspeitos foram presos e outros dois conseguiram fugir.

O último foragido da fuga em massa do Presídio de Passo Fundo foi morto nesta quarta-feira (10), durante confronto com a polícia, em Carazinho, no Norte do RS. Conforme a polícia, ele chefiava uma quadrilha que praticava roubos na região, e foi um dos líderes da fuga, em janeiro deste ano.

Mateus Mariano Soares foi baleado e morreu a caminho do hospital. Polícia Civil, Brigada Militar e Polícia Rodoviária Federal faziam uma operação para prender o grupo, com cinco integrantes, suspeitos de roubos em casas no interior, estabelecimentos comerciais e até agências bancárias.

O grupo estava em uma casa, no interior de Carazinho, em uma área próxima à mata fechada. Quando a polícia chegou, iniciou o confronto.

Dois suspeitos foram presos e outros dois conseguiram fugir. A polícia ainda cumpriu três mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao grupo. Espingardas, munições, toucas ninjas coletes balísticos, objetos roubados e uma camiseta com o emblema da Polícia Civil foram apreendidos.

Fuga do presídio de Passo Fundo

Na madrugada de 12 de janeiro, 17 presos do regime fechado fugiram do Presídio Regional de Passo Fundo, após três bandidos invadirem o local com uma caminhonete S10. Eles usaram o veículo para arrombar o portão.

Os presos acessaram o pátio do presídio depois de terem feito um buraco na parede de uma das celas e se esconderem no forro. De acordo com a polícia, os presos são considerados perigosos.

Gravações reveladas na época levantam suspeitas de corrupção envolvendo agentes penitenciários do presídio. A Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) iniciou uma investigação sobre se houve facilitação por parte dos agentes para que os criminosos executassem o plano e conseguissem escapar a pé em troca de propina. A direção da casa prisional foi trocada.